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Por carro, A3 até Valença, depois apanhar a nacional até Monção, seguir até Melgaço, chegado a Melgaço seguir em direcção de Castro Laboreiro, +/- 25 km.
Maquina fotográfica e roupa prática de montanha.
Mesmo em pleno Agosto as noites são frias.
Não esquecer as tão úteis botas de montanha para fazer umas caminhadas pela serra.
Os enchidos de fumeiro são uma especialidade. Provar o pão castrejo de preferência frito em alho e azeite.
Apesar de não ser terra de peixe, come-se bom bacalhau em qualquer restaurante da zona.
Fiquei no parque de campismo de Lamas de Mouro por opção de contacto directo com a natureza, mas há muita oferta de alojamento como o Hotel de Castro Laboreiro para um melhor conforto.
Também a Branda da Aveleira tem umas bonitas casas rústicas onde podem ser alugadas.
O povo castrejo é acolhedor e um simples bom dia aos residentes de castro fica sempre bem.
Há muito para ver, desde as pontes românicas, a igreja de Castro Laboreiro, o museu local, as brandas e inverneiras, o fojo do lobo.
Se petender fazer trilhos pela montanha, nunca vá sozinho, opte por levar um guia, apesar de muitos trilhos estarem sinalizadados. O nevoeiro é o principal inimigo dos montanhistas.
Procure obter informações no centro interpretativo de Lamas de Mouro e no posto informativo de Castro Laboreiro onde aqui pode aceder à internet( zona Wireless).
Parque de campismo de Lamas de Mouro,
Centro de informação de Castro Laboreiro
Cheguamos ao parque de campismo por volta das 16:00 horas, estava muito calor e pinguei suor para montar a tenda. A proveitamos para tomar um banho refrescante e logo de seguida fomos saber com o Baltazar ( dono do parque de campismo) qual os trilhos novos para este ano. Optamos por fazer um pertinho em que por razões climatéricas, tivemos que incurtar devido ao nevoeiro que se pôs ao fim da tarde. Mas foi bom, apesar da minha mulher ter escorregado junto ao rio Mouro, mas nada de grave.
O que mais nos agradou foi a sempre calmia que se vive nesta zona, onde a poluição não tem lugar.






